Veja imagens exclusivas de Luc Besson do filme “Valerian e a Cidade de mil planetas”

O diretor Luc Besson (O quinto elemento) tinha apenas 10 anos quando caiu sob o feitiço de Valerian e Laureline. O comic book que começou a ser publicada em 1967 é considerado um antepassado de Star Wars e Avatar, conta a aventura de dois agentes espaciais que resolvem crimes em mundos intergalácticos. Os contos mais profundos no cérebro de Besson foram recriados a partir do amor do jovem Luc (Laureline era o nome do primeiro amor de Luc) e os desafios tecnológicos das tomadas do filme que estão por vir “Quando eu olho a tela azul..” Besson, de 56 anos, diz direto do set em Paris da adaptação Valerian, “Eu vejo tudo. Minha imaginação está muito confortável com a tela azul.”

Isso é muito bom, porque Valerian inclui 2.400 F/X por foto. (O quinto Elementos continha apenas 200.) Besson é sigiloso sobre o enredo (e sobre papéis secretos interpretados por alguns atores, incluindo Rihanna), mas ele diz que o objetivo final é criar uma fantasia de ficção cientifica que vai conquistar até os não-devotos do gênero. “Tipo um coquetel onde nem se quer precisa provar o álcool”, diz ele com uma risada de Papai Noel cativante.

O filme de Besson “Valerian and the City of a Thousand Planets” (tradução livre Valeriano e acidade de mil planetas) estreia em julho de 2017. Ele falou exclusivamente para o EW direto de Paris e compartilhou 5 fantásticas imagens do filme, incluindo um de Valerian (Dane DeHaan) e Laureline (Cara Delevingne) em suas armaduras junto com um certo Monsieur Besson que está de perfil logo atrás deles. Com sua jaqueta, é a reprodução dos seus dois heróis de desenhos dos comicbooks.

EW: Da sua conta no Twitter, parece que você está no meio da sessão de fotos de Valerian. Como estão as coisas no set em Paris?

Luc Bensson: Amanhã vamos entrar na metade das filmagens. Um total de 98 dias, mas já salvei 2 dias já na programação. Eu sinto, honestamente, muito mais feliz. O que é raro. Normalmente estou sempre cético e esperando que termine, mas já tenho tanta coisa boa. O truque do filme foi ter a certeza que Valerian e Laureline trabalhariam como um casal. E se conseguir fazer isso, estou satisfeito.

EW: Os dois atores que você escolheu para estrelar, Dane DeHaan e Cara Delevingne, eles não são super estrelas, mas os dois tem uma carisma única.

LB: Desde o primeiro dia, eles são filmados. Estão conectados. Dane já era um gênio antes de me conhecer. Mas Cara agora é como um pássaro que está aprendendo a voar. Ela realmente vai ser uma grande estrela.

EW: Deve ser muito difícil para eles trabalharem com a tela azul. E pra você também?

LC: Honestamente, para mim não. Quando eu li Valerian com 13 anos, eu vivia no país do queijo, e queria fazer filmes. Mas quando eu abri minha janela e vi vacas, acreditei em mim, isso impulsiona sua imaginação. Porque isso vira um escape. Eu comecei a ler Valerian quando tinha 10 anos. Naquele tempo não existia internet; Nos não tínhamos nem TV em casa. Então eu lia e tinha apenas minha imaginação. Então quando eu olhei para tela azul, eu vi tudo. Minha imaginação está muito confortável com a tela azul.

EW: O que encantou você no comic book original?

LC: Bem, o sistema de leitura em que você tinha apenas duas páginas por semana. Para as crianças, isso é muito divertido. Pode imaginar isso hoje? Nós não conseguimos esperar 2 segundos para a próxima coisa. Eu estava na ficção-cientifica, o que era muito raro no começo dos anos 70. E era uma garota e um garoto, não tínhamos muitos heróis femininos naquela época. Então a primeira garota que me apaixonei, eu tinha 10 anos, era Laureline. Ela é uma pessoa durona. E ela não diz: “sim, sim, sim” para o Valerian o tempo todo. Eu amei isso nela.

EW: Por que você demorou tanto tempo para embarcar em uma versão para o cinema?

LB: Posso responder isso. Jean-Claude Mèzieres, que é o pai de Valerian, estava trabalhando em O Quinto Elemento por um ano, e ele me perguntava o tempo todo: “Porque não faz um filme?” E eu sempre respondia: “Nos não podemos.” Há uns 10 ou 12 personagens humanos, os outros são todos alienígenas. Então, a técnica não existia. Tivemos que esperar Avatar.

EW: Você ficou muito feliz quando assistiu Avatar?

LB: Eu assisti Avatar e joguei meu roteiro de Valerian no lixo [risadas]. Me inspirei em James Cameron. Ele me convidou para visitar o set de filmagens de Avatar. E fiz algumas perguntas e ele foi muito aberto comigo e muito simpático. Ele estava compartilhando suas ideias com outros diretores. Estava ajudando outras pessoas, como eu, o progresso dos filmes de ficção cientifica.

EW: Então o que está diferente desde a primeira vez que começou a escrever e agora?

LB: Eu me permiti muito mais liberdade. Estava centrado na história para fazer issoo mais real, mais humano. Se você não gosta de ficção cientifica, espero que você ainda goste de Valerian. E a outra parte é: faça tudo que conseguir, antes que alguém diga que é impossível. Deixa sua imaginação sair dos limites. E vamos ser complicados, como aliens, robôs e tudo isso, mas fazer parecer simples como uma dança. Você assiste a coisa, e isso flui, é divertido e livre. Isso não é profundo e complicado. Isso é ultra sofisticado para fazer, mas parece fácil. Tipo um coquetel onde você não precise, se quer, saborear o álcool [risadas].

EW: Então temos essa foto dos dois, Valerian e Laureline, e eles parecem estar na corrida. O que está acontecendo lá?

LB: É uma das partes da primeira missão. Começando o filme. Tipo, quando você assiste 007, ele sempre está em uma missão quando começa o filme. Isso é o Estilo-James-Bond de missão pré-história. Eles estão no meio de uma missão, e estão disfarçados, então é por isso que estão vestidos desse jeito. Estão tentando escapar. É tão divertido como eles tem que escapar.

EW: E quem é esse grande robô preto?

LB: O nome dele é K-Tron. Ele é um policial. Você não pode sequer lidar com ele. Você não pode discutir com ele. Ele não é muito importante no filme, mas ele é tipo um policial militante. Confie em mim, eu tenho milhares de personagens iguais ele.

EW: Como você se envolveu com o design das fantasias? Este é um dos aspectos que mais foram discutidos sobre O quinto Elemento.

LB: Desde o começo. Quando começamos, há alguns anos atrás, nos selecionamos uns 6,000 modelos. Terminamos com 10. Basicamente, trabalhamos com 5 por 1 ano. E muitos dos figurinos vieram de lá. Metade veio do Quinto Elemento, metade veio de Olivier Bériot. Que é um figurinista. E então nós fizemos um grande concurso onde recebemos um monte de desenhos, e escolhemos os 20 melhores, e eles também estão no filme. Foi um longo longo processo, Nos começamos a três anos atrás.

EW: Você tem grandes atores no filme. tipo John Goodman, Clive Owen e Ethan Hawke. E estamos muito ansiosos para ver Rihanna no elenco – ela será uma vilã?

LB: Não posso falar isso. A grande diferença entre este filme e o patrão Marvel é que com 5 minutos de filme você consegue ver quem é o vilão. Eles fazem filmes muito bem feitos, mas esse padrão me incomodou um pouco. O que há de novo aqui é que temos 2 agentes, e ao longo do filme, temos uma investigação policial, na verdade. Então você não sabe quem é exatamente o vilão no final, por causa da investigação. Por isso não posso falar muito. Mas é uma história real. Isso que eu amo no filme.

EW: O quanto vamos saber sobre o filme se lermos a comic book? São 29 livros de Valerian e Laureline

LB: Vai ser o sabor dos comic, com certeza. Quando você lê um comic book, isso te prende por 20 minutos. O filme tem 2 horas. Então eu levo o essencial, mas eu tenho que ir aos outros mundo. Mas quando você assiste o filme, você vai lembrar do comic e dizer: “ah sim, sim, sim! Isso, isso!” Os personagens estão lá e um grande pedaço da história é vinda das comics.

Fonte: EW

Entrevista traduzida por Maria Lúcia Severo Lang da Equipe CDBR

Cara Delevingne: “Eu sou do tipo de garota vive ou morre pela amizade”
A super modelo explica porquê ela é a melhor namorada do mundo.

Não há muitos amigos seus iriam se atirar na frente de um trem por você, mas é porque vocês não
tem o pensamento romântico estilo Romeo & Julieta de Cara Delevingne.

A modelo tem explicado que ela é uma das melhores amigas e amantes do planeta e como ela
está disposta a matar para proteger amigos e amantes de tudo e todos.

Ela disse para Loaded: “Lealdade é umas das coisas mais importantes no mundo pra mim. Uma
vez que eu me importo com alguém, pulo até na frente de um carro por ele. Eu sou do tipo
de garota que é vive ou morre pela amizade. Tudo envolve a sinceridade e a lealdade.”

Delevingne afirma que os opostos se atraem quando se trata de amor, inclusive em sua própria
relação com a cantora de 33 anos, Annie Clark (mais conhecida como St. Vincent).

O casal comemorou seu primeiro aniversário esse mês e Delevingne admitiu, “Eu não posso
namorar alguém que é parecido comigo, porque nós provavelmente acabaríamos nos matando. Eu
preciso de alguém com quem posso planejar coisas.”

Ela pode não ser a namorada mais organizada, mas a excêntrica, Cara diz que ela estaria
disposta a declarar seu amor por St. Vicent, tentando ser a rival da rockeira.

“Eu já fiz serenatas para várias pessoas antes, o que é realmente embaraçoso”, disse
Delevingne. “Eu costumava escrever muitas cartas de amor, e tenho viajado horas ou dias para
ver alguém.”

A modelo/atriz, que arrasou nas filmagens no filme Cidades de Papel, Pan e Esquadrão
Suicida, não é uma estranha ao entrar em contato com a profunda emoção. Ela falou no mês passado
como ela se sentia asfixiada e depressiva quando começou sua carreira, desenvolveu psoríase
e como estava “completamente suicida”.

A jovem de 23 anos disse no Women In The World Summit 2015 em Londres, “Eu não queria viver
mais. Eu pensava que estava completamente sozinha. Eu queria que o mundo me engolisse, e
nada seria melhor do que morrer, era louco.”

Delevingne acrescentou que teve um “colapso mental” antes de deixar a escola aos 17 anos
e começar a modelar.

Então ela se esforçou e viu modelos sendo “usadas” por fotógrafos predadores e que a desprezavam
dizendo que “não estava certa” para vários trabalhos. Delevingne culpa o estresse e vários
cometários prejudiciais sobre seu corpo por ter desenvolvido a psoríase e disse que se sentia como
um “Alien” quando as feriadas estavam vermelhas ou eclodiam e sangravam pelo seu corpo.
Delevingne disse que, desde então, vem lutando para sair da depressão e está tentando o seu
melhor para ser alegre e com suas caretas, que a faz encaixar com incessantes mensagens de auto-ajuda
em seus posts no Instagram.

Consagrada como a “Kate Moss da geração Y” Delevingne disse a Loaded que sua beleza é uma
construção cuidadosa da equipe de estilista e retoques fotográficos que dão certo. E, apesar de embalagem de mídia social com selfies a modelo acrescentou ela odiava ser fotografada quando não estava em uma sessão.

“Quando as pessoas dizem, ‘você parece realmente bonita naquela foto’, eu ficava tipo, ‘Bem, é 50% maquiagem, photoshop e fotografo, estilista e todos os outros'”, ela disse, “Eu tenho sorte porque consigo fazer isso e é divertido, mas todo mundo tem um dia ruim e ás vezes fica chato, especialmente quando você está comendo ou no banheiro. Ou precisa ir na academia – é uma merda”.

Fonte: Loaded 

Ela é a modelo britânica mais famosa desde Kate Moss. Mas ao contrário de seus antecessores, ela está prestes a se tornar uma grande estrela de Hollywood.
Nascida em uma família nobre de Londres, Cara Delevingne rapidamente se formou na escola privada e pisou nas passarelas, tornando-se o rosto da Burberry, Yves Saint Laurent e Chanel.

Acumulando muitas capas de revistas enquanto ela faz amigos famosos, ela é ‘besties’ com Rihanna, Kendall Jenner e Taylor Swift, aparecendo no vídeo da música recente de sua amiga “Bad Blood”. Mas um pequeno papel em 2012 em Anna Karenina despertou interesse entre os produtores do filme, levando a outros pequenos papéis que construíram seu currículo.

Delevingne já foi escalado para o próximo grande filme de supervilão, ‘Esquadrão Suicida’, bem como em dramas ‘Kids in Love’ e ‘Tulip Fever’. Mas seu maior golpe estava pousando em um papel de liderança como Margo Roth Spiegelman na adaptação do romance que virou sucesso do público jovem, ‘Cidades de Papel’.

 

Você percorreu um longo caminho desde as passarelas. Você se importa com a moda?

Não.

Mas você é o rosto de grandes marcas na moda.

Não significa que eu me importo com isso.

Você não?

Não, claro que eu ligo. Eu me preocupo o suficiente. Eu sei que muitas pessoas que não estão na indústria da moda se preocupam com moda muito mais do que eu. Eu gosto de roupas, mas não o tempo todo. Eu prefiro ficar nua, o que eu posso dizer?

No início de ‘Cidades de Papel’ diz que todo mundo tem um milagre. Qual é o seu milagre?

Minha vida, em geral. Ser capaz de agir. Ser capas de fazer as coisas que eu amo como meu trabalho, e ser pago por eles, o que é estranho, porque eu pagaria para fazer isso, em geral.Sim, esses são meus milagres. Eu tenho alguns, é.

Você diria que sua carreira em filmes é melhor que sua carreira em modelagem ou na música?

Acho que tenho dois amores da vida, talvez três, este é definitivamente um deles. A primeira vez que subi no palco, me apaixonei. Então, sim, o fato de eu ser capaz de fazer isso agora é realmente o maior, a melhor coisa do mundo.

Você pode falar sobre o primeiro dia no set? Você fica nervosa ou você é bem confiante agora que já fez tantas coisas?

Eu nunca não estou nervosa quando vou começar alguma coisa. Provavelmente modelagem, eu não fico mais nervosa, a menos que eu esteja fazendo algo na passarela ou algo assim.

E como você lida com os nervos?

Eu não cuido. Sou super nervosa. Eu sou uma pessoa muito nervosa, eu não posso parar de falar, e eu fico toda estranha, e eu começo a fazer coisas estúpidas.

Como?

Assim como apresentar no palco do MTV Movie Awards, eu começo a comer muitos doces e tento pensar as coisas que eu vou fazer, o que é realmente estranho, como jogar coisas nas pessoas. Eu meio que saio para do normal para tentar esconder o fato de que eu estou nervosa, mas na verdade deixa mais óbvio de que estou.

Você faz uma garota muito popular em ‘Cidades de Papel’, uma que sabe como seduzir um cara para fora de seu escuto, e é isto que contagia, essa personagem aventureira. você vê alguma coisa de si neste personagem?

Oh sim, com certeza. Não nesses sentido. Quero dizer na escola eu não era aquela pessoa, eu provavelmente era o oposto.

como oposto? Tímida?

Ok, eu não era tímida, isso é certeza. Mas eu definitivamente não era alguém que iria atrair alguém para fora de seu escudo. Na verdade, eu sou aquela pessoa que quer todos confortáveis. Se alguém fora do grupo é tímida, eu vou estar com eles certificando de que eles estão tento um bom momento. Eu gostaria que todos tivessem um bom momento, essa é a minha atitude e espírito. Eu não sei se Margo está completamente consciente do poder que ela tem sobre Quentin. Eu acho que ela realmente não gosta de pensar sobre isso. Eu acho que só é geralmente aquela pessoa, e eu não acho que ela está se esforçando para ser aquela pessoa; eu acho que é apenas o jeito dela de ser. Eu não sei, talvez eu sou assim, não tenho certeza.

Você tem 10 milhões de seguidores no Twitter. Como é a sensação de ser jovem e ter todas essas pessoas olhando para você como modelo e ter pessoas seguindo todos os seus movimentos?

Eu tenho muita sorte, porque há tantas coisas que eu penso, tantas pessoas que eu quero ajudar, e especialmente em termos de crianças e jovens, e as gerações que estão para vir, eu realmente quero fazer a diferença, e fazer uma boa, eu quero ser um bom modelo. Eu não acho que entendi a importância de ser uma, ou o que realmente quis dizer quando eu era mais jovem, porque eu não sabia que eu era até o momento, que provavelmente foi algo muito recente, mas eu só quero ser uma garota que as meninas podem seguir. Eu sou uma grande crente de que quando eu era mais jovem não tinha o suficiente, eu acho, modelos fortes do sexo feminino para eu me inspirar, então eu meio que quero ser uma.

Quem eram suas modelos?

Quando eu era uma garotinha eu tinha mais homens como meus modelos…porque eu era um moleque e eu gostava de brincar de carrinhos e construir coisas, e esse tipo de coisa, e ações de homem. Eu amei as Spice Girls.

Então, quais eram os modelos homens, eu digo, você se lembra de personagens ou atores?

Todos os super-heróis. Eu amei super-heróis. Eu não acho que tive algum na vida real – além das Spice Girls – Eu não acho que me inspirei em nenhum na vida real, eu acho, Era mais como personagens de ficção.

Fantasia?

Fantasia, sim, com certeza. Agora, porém, como artista eu acho que você sabe, principalmente atrizes, como Meryl Streep, Angelina Jolie – Eu adoraria ter uma carreira como a de Jolie. Eu acho que é incrível o que ela faz agora, especialmente sendo uma diretora tão boa. Eu adoraria ser capaz de fazer isso. Eu tenho um monte de amigas que são modelos para mim, como Taylor (Swift) e Rihanna, aquelas senhoras que trabalham duro e que são completamente independentes e surpreendentes.

‘Cidades de Papel’ fala muito sobre amizade. Quão importante é isso para você, e como é ter isso nesta industria?

Eu amo as pessoas, e eu amo meus amigos mais que qualquer coisa. Os amigos são a família para mim em muitas maneiras. Eu ainda tenho todos os meus melhores amigos antigos que tive desde que estava na escola, mas acho que ao longo do caminho consegui encontrar um monte de pessoas incríveis e inspiradoras, sim são tão ocupados quanto eu, mas é a melhor coisa do mundo quando você pode encontrar um tempo nos horários mais movimentados para se encontrar, e nós entendemos um ao outro. Nós atravessamos a mesma coisa, nós temos nossas vidas privadas, públicas, e é com ter isso, pessoas para confiar.

O amigo que você chama quando está tendo um dia realmente ruim?

Mais uma vez, eu falo com um grupo de pessoas todos os dias. Dos meus amigos mais antigos como a Georgia (May Jagger) e Suki (Waterhouse), e também faço com Jordan (Dunn) para Dakota (Johnson), ou com Kendall (Jenner), ou você sabe, com qualquer um deles, eu ligo para eles praticamente todos os dias. Eu faço FaceTime com Taylor toda semana. FaceTime é a melhor coisa do mundo, realmente é.

E Karl Lagerfield (designer chefe da Chanel)?

Karl, eu mando muitas mensagens para Karl. Sim, ele me envia fotos de seu gato. Eu amo Karl.
Ele realmente é um homem incrível, e eu tenho tanta sorte que ele me inclui no que ele faz. Acho que nas primeiras vezes que o vi eu estava com pavor dele, mas ele só parece tão intimidante por causa de sua…Eu acho que é o seu conhecimento, ou apenas o ar sobre ele, mas ele é o oposto disso. Ele é uma das pessoas mais amáveis, adoráveis, leais e que me ensinou muito, e sabe tanto, e tem as melhores histórias do mundo todo. Ele realmente é a melhor pessoa para se sentar ao lado.

Fonte: Wisconsin Gazette

Nesta sexta-feira (24/07) a nova edição da revista PEOPLE irá as bancas e essa nova edição conta com uma entrevista com a atriz Cara Delevingne, confira abaixo partes já divulgadas da conversa de Delevingne com a PEOPLE:

Cara Delevingne não gosta muito de planejar.

“Eu gosto de ser espontânea e de viver o momento”

E o modo de pensar se aplica a Delevingne em ser aberta sobre sua bissexualidade.

“Eu não fiz uma decisão concreta sobre nenhuma coisa,” diz a atriz que está namorando St. Vincent e a levou na Premiere de ‘Cidades de Papel’ nesta terça-feira (21) em Nova York. “Todos os dias, eu mudo. Todos os dias, eu estou descobrindo algo novo sobre mim”

Uma coisa não Delevingne não planeja mudar é a sua vontade de ser aberta sobre sua orientação sexual.

“Eu quero ser o mais aberta possível com pessoas”, diz ela. “Há um monte de coisas que as pessoas não sabem sobre mim, mas eu só quero ser honesta.”

Entrevista completa em breve.

Fonte: PEOPLE

“É que eu prefiro mesmo ficar pelada”. A reação, meio provocação, meio tédio, é a tirada moleca da top model e atriz inglesa Cara Delevingne, 22 anos, cansada de responder aos jornalistas sobre o que está vestindo (uma blusa Isable Marant e sapatos Iro), o que pensa da moda, as tendências da temporada, a cor do momento. “É claro que eu gosto de moda, mas até um certo ponto, né? Minha vida vai além disso”, diz.

E vai mesmo. É dela o papel de Margo Roth Spiegelman a anti-heroína de “Cidades de Papel”, adaptação do livro de John Green, autor campeão de vendas entre os leitores adolescentes, que chega nesta quinta-feira (9) aos cinemas brasileiros. E em seguida virão trabalhos com diretores como David Ayer (ela filma no momento “Esquadrão Suicida”, em que vive Magia), Joe Wright (como a Sereia do aguardado “Peter Pan”), e Luc Besson (a adaptação do clássico dos quadrinhos de ficção-científica “Valerian and the City of a Thousand Planets”).

Além disso, relatos dão conta de que a “it girl” –que tem quase 15 milhões de seguidores no Instagram e outros 3 milhões no Twitter– largou a agência de modelos Storm para focar na carreira cinematográfica.

Símbolo de uma geração hiper-conectada e liberal, Delevingne, que tem raízes familiares na nobreza britânica e sobrancelhas idolatradas pela imprensa de celebridades e moda, não tem muitas papas na língua. Na pré-estreia de “Cidades de Papel” em Sidney, Austrália, ela conversou abertamente sobre seu namoro com a cantora St. Vincent, 32, importante figura da cena indie americana. A atriz se disse felicíssima na vida amorosa e ainda fez campanha para o primeiro-ministro conservador Tony Abbott liberar o casamento entre pessoas do mesmo sexo na Austrália, bem ao seu estilo: “Senhor Abbott, escute a voz do restante do planeta e una-se logo a eles”.

Na tela grande, Delevingne divide as atenções com Nat Wolff, 24 (o Isaac de “A Culpa”), que interpreta Quentin em “Cidades de Papel”, melhor amigo na infância de Margo, que vê a relação se transformar quando ela se torna popular no colégio e ele fica no grupo dos nerds. Mas um evento inusitado os une novamente e inicia a jornada de Quentin em busca de Margo e, bem ao estilo de Green, dele mesmo.

Os melhores trechos da conversa com a protagonista de “Cidades de Papel” seguem abaixo.

UOL – No set todos, sem exceção, tinham dois adjetivos sobre você: brilhante e carismática…

Cara Delevingne – Ah, imagina o quanto eu adoro quando pessoas decidem o que eu sou ou como sou (risos). Eles fazem o tempo todo, sabia? Deve ser algo comigo. E aí as reações são “nossa, mas eu pensei que você fosse tão mais insuportável” (mais risos). Uma das minhas coisas favoritas na vida é provar que elas estão erradas, é surpreender a todos com quem trabalho. Eu sempre fui muito dramática, uma atriz mais natural do que técnica. No set de “Cidades de Papel” todos me incentivaram a investir neste lado mais natural, mais real. Foi o que eu fiz. Fico feliz que todos gostaram.

Como foi sua reação ao descobrir que faria a Margo?

Não dá para traduzir em palavras, honestamente. Eu me apaixonei pelo livro, mas ainda mais pela Margo, pela personagem, pelo jeito dela. Quando recebi a ligação da produção, não parei de comemorar por semanas a fio. Lembro que estava em um quarto de hotel e comecei a pular como uma louca, a empurrar a mobília para lá e para cá, gritando com os travesseiros no meu rosto, até que alguém do lobby ligou para saber se eu estava bem. Foi um mico. Mas valeu cada segundo. A ficha de que o trabalho seria duro e de que eu teria de fazê-la de forma perfeita só foi cair depois. Bem depois.

Jamais imaginaria que você duvidaria de seu próprio potencial…

Eu? Mas eu sempre duvido de minhas capacidades, o tempo todo! Acho que é uma defesa, também, de reduzir as expectativas, sempre, para não acabar decepcionada depois.

Então me conte o contrário: o que a fez pensar ser possível viver Margo?

Boa! (rindo). Bem, ela vive na Flórida, eu em Londres, definitivamente não é a mesma coisa (mais risos). Mas há vários elementos importantes na construção da Margo que eu gostaria de pensar que estão em mim, na minha personalidade também, especialmente quando eu era uma adolescente. Por exemplo, a busca por quem você realmente é, a rebeldia contra o status quo, a capacidade de ver, de fato, o jogo de cena, o teatro, os tipos que marcam a escola secundária. Ao mesmo tempo, ela é muito tranquila em relação ao fato de não saber ainda exatamente quem ela é. Ela está aberta para experimentações, e isso é belíssimo em um personagem. Ela tem suas opiniões, as expressa muito comumente, mas está honestamente se descobrindo. Aqui há uma diferença: eu, na idade dela, achava que sabia exatamente quem eu era. Foi um choque descobrir que eu estava um tanto quanto enganada sobre mim mesma (mais risos).

Margo não parece pensar muito antes de agir, é impetuosa…

Eu sou como ela, faço primeiro o que tenho de fazer, vou pensar nas consequências depois, até certo ponto. Ao mesmo tempo, você jamais terá uma festa-surpresa tão bem planejada quanto as que eu preparo para meus amigos. Já fiz mais, mas também adoro armar presepadas para eles, pegadinhas, para fazer os outros rirem. Sim, eu pintei muito o rosto dos mais íntimos quando eles estavam dormindo. Fui bem moleca, especialmente no meu período de colégio interno…

Como é que você sobreviveu ao colégio interno?

Não foi nada traumático, porque era uma escola voltada para as Artes. Eu sempre fui a líder das molecas. Tinha confusão, eu estava no comando, mas nunca durante as aulas, sempre prestei bastante atenção. Agora, mudar a ordem das cadeiras para confundir os professores, que não sabiam mais quem era quem, isso eu fazia sim. Com alguma constância.

Você se considera estudiosa?

Huuum…Não é que eu seja uma anta, o que definitivamente não sou, mas não quero me identificar como uma intelectual ou acadêmica. Eu gosto do que eu gosto. Sempre tive minhas opiniões sobre arte e história e política muito claras, e hoje vejo que tive um certo prazer em discordar dos professores. Mas acho que é o prazer do debate. E nunca, jamais, fui grosseira ao rebater ideias com as quais eu não concordava.

Você tem saudade dos tempos de escola?

Nossa, muita! Tantos professores me inspiraram, amigos queridos que eu não vejo mais tão frequentemente. E amava as aulas de psicologia, biologia, química e, claro, teatro e dança. Por outro lado, odiava física. E meu professor de matemática dizia que eu era o diabo em forma de guria, então diminuiu meu apreço pela disciplina (risos).

Você começou a atuar cedo, ao mesmo tempo em que iniciou sua carreira de modelo, não?

Sim. Quando eu fiz 13 anos, dois anos depois de ir para o colégio interno, pedi de presente aos meus pais um agente. Eles quase caíram para trás. Mas eu precisava mostrar aos outros o que eu gostava de fazer. Amo o palco. Amo. Mas aí meus pais quiseram que eu terminasse a escola secundária primeiro, e eles estavam certos.

Seus pais foram do tipo durões?

Hum… mais ou menos. Eles certamente tinham lá as suas expectativas em relação aos filhos, mas como fui para o colégio muito menina, a independência chegou cedo também. Aos 16 anos eu já achava que podia ter as minhas expectativas em relação a eles também (risos).

O que você aprendeu com a Margo?

Nossa, tanta coisa. Mas a mais importante talvez seja ser quem você de fato é, não criar uma persona para o prazer dos outros. E siga o seu coração e os seus sonhos e se torne quem você é, mesmo que todos digam que você está errada, mesmo que o mundo conspire contra você. Siga em frente, menina!

Reprodução textual: UOL





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