VOGUE: Entrevista completa de Cara Delevingne, Suki Waterhouse e Georgia May Jagger

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As modelos (e melhores amigas) Suki Waterhouse (esquerda) Cara Delevingne (centro) e Georgia May Jagger chamadas de ‘Girls on Film’ as meninas posaram em nada mais do que calcinhas e em calçados peculiares neste novo photoshoot fotografado por Mario Testino e a stylist Lucinda Chambers para a revista Vogue.

Em suas entrevistas para Vogue, as modelos discutem Las Vegas, Glastonbury, Netball e internato, confira:

Agora, nós estamos esmagando. Nós desenvolvemos um recém-descoberto entusiasmo por cores doces, deliciosamente lúdicos que adoçam as cenas através de vestidos de festa e vestidos de tule, vôos de diversão e fantasia que prova irresistível entre amigas.
Com isso vem uma sensação de espírito livre, e onde mais para se sentir vivo do que do lado do oceano? Uma nova onda de estilo menina-surfista em estampas havaianas e um sol separam. (A boa notícia? Você não tem que ser um pro surf para dominá-lo.)
Esse é o tipo de guarda-roupa que o verão convida. Primavera: nós chamamos de amor.
Imagine um frio, numa manhã cinza de janeiro que traz um entorpecimento, suga sua energia e luz e que te faz desejar sua cama.
Não é um dia para se passar usando calcinhas. A não ser que você seja Cara, Georgia May e Suki – essas são Cara Delevingne, Georgia May Jagger e Suki Waterhouse.
Você já deve ter ouvido falar delas. Elas não têm problemas com céus nublados; de modo algum a energia delas diminui. Elas são uma pequena manobra perfeita em frente às câmeras, primeiro nomes exibidos descaradamente sobre o tecido de suas calças (Embora não tenha seios à mostra nesse ensaio fotográfico, decisão feita por Georgia May, chefe de hoje). Tem muitas risadinhas, a equipe da Vogue atrás foi esquecida. “Concentração!” comanda Mario Testino cansado pelo tempo ruim. “Eu preciso de um Taser” Diz Sam McKnight, quando Cara joga seu sutiã em sua cabeça.
Mesmo peso, mesma maneira selvagem, o vislumbre de um bronzeamento de inverno, e as vogais do ensino privado em seu padrão animado, juntas as garotas irradiam uma inebriante beleza, uma classe e energia inglesa. Você é atraído pela sua vivacidade e amizade, e simultaneamente excluído por isso.

“Nós precisamos nos abraçar”

Diz Cara.

“Shotgun (arma de caça) no meio”

ela adiciona, contorcendo em sua posição. Elas sorriem enquanto passam juntas.

“Nós vamos fazer um trio maravilhoso”

Cara adiciona, com um riso contagiante (ela segura uma linha no plano de fundo). As três caem sobre isso.

“Oi?”

diz Mario.

“Se controlem meninas”

Elas cantam em uníssono para o Iphone da Georgia May:

“Eu gosto do jeito que você trabalha…”

Essas três estão tento um momento. As evidencias são as campanhas que elas compartilham, seus milhões de seguidores no Instagram, os papeis em filmes que elas estão acumulando, e o interesse da mídia nelas (Elas devem dizer intrusão) elas desenham: Perguntas sobre suas sexualidade, sobre seus namorados – e sim, esse é Bradley Cooper, nominação de ator no Oscar, faz chamada de Facetime com Suki de novo hoje. Entretanto Cara esta solteira agora (

“Eu sou sexualmente pária”

ela brinca), todos os romances vira uma primeira pagina, a vida dela é exibida em um drama perpetuo.
Mas o que faz delas um arco-íris é que elas estão tendo o momento de suas vidas. Elas tem 23 – não mais sentimentos de adolescentes – elas são confiantes e incorrigíveis, sempre falando suas opiniões. Tem um pequeno aproveito publico, esmagando seus cabelos e suas maquiagens, como se cada questão fosse uma zombaria sem consequências. As garotas estavam mais interessadas em planejar uma noite na casa da Georgia May do que falar sobre suas ambições de carreira.

O que nós aprendemos: Que Georgia May e Suki frequentaram a escola juntas em Roehamptonand, que são amigas desde os 14 anos, depois de jogarem netball

“Georgia me deixou ganhar”

conta Suki, sorrindo para sua amiga “Nós duas somos de capricórnio, nós nascemos com apenas uma semana de diferença” adiciona Georgia May. Cara ri:

“Então, elas sempre falam muito sobre elas, as duas”

. Elas ficaram amigas da Cara bem mais tarde por causa que ela embarcou em Bedales em Hampshire.

“Nós íamos para um dia de aula com pessoas normais,”

afirma Suki.

“Você desejava ter isso para Bedales, você apenas não entrou”

Cara atira de volta. Então continua.

“Cara e eu dividimos nosso primeiro Glastonbury (festival) juntas”

comenta Georgia May.

“Sim, e foi ai que nos apaixonamos,”

Cara interfere.
Elas não conseguem decidir quem é a mais mandona, mas dizem que Georgia May é a figura materna. (Durante a entrevista ela monitora a conversa e age rapidamente para neutralizar qualquer comentário que possa ser tirado de contexto).
Enquanto Suki é a mais balanceada e sensível (ela também se concentra mais durante o dia, é seu primeiro ensaio para Vogue. Diferente das outras duas). E Cara diz que as garotas nunca deixam ela falar quando estão juntas (isso realmente parece verdade).

“É difícil ter a palavra”

ela reclama, com as sobrancelhas comicamente manobrando em sua testa pequena.
Em exercício, não tem muito para clarear.
Cara deve ou não deve fazer Yoga, entretanto Suki confirma ser a esportiva.

“Eu faço um pouco de exercícios! Mas eu não quero ser a tonta, esportiva”

ela lamenta comicamente. Sobre estilo, Suki ama vintage e coisas peludas, as outras contam. Enquanto Cara é a menina moleque e Georgia May

“Sempre com peças de seda e texturizadas”

adiciona Suki, apontando para a jaqueta preta de veludo que a amiga esta encolhida. E elas com certeza não gostam do mesmo tipo de homem.
Melhor noite juntas? Aniversário de 21 anos da Georgia May em Londres. Era elegante e Cara veio de almofada folguedo. Las Vegas foi onde elas foram ao aniversário seguinte da Georgia May, e esse foi a segunda melhor noite delas.

“Nós ficamos em um quarto com uma pista de boliche, nós fomos ver Céline Dion e esbarramos com Tyra Banks…”

Lista Georgia May, continuando a conversa. Suki e Cara relatam como elas aterrorizaram o Chippendales durante seu ato no palco – Algo que envolve, elas riem, uma banana e Cara tenta um

“Wedgie”

(quando puxa pela cintura a roupa intima para cima até não dar mais). E elas foram expulsas.
Crescer nos olhos do público tem suas desvantagens. Não é culpa de Vegas. As duas, Georgia e Suki têm modelado por sete anos, Cara por cinco.
Mas experiência trouxe algo leviano quando se trata da imprensa e opinião publica.
Tudo o que há para admitir sobre ter alguma obsessão em ler o que é escrito sobre elas.

“Isso leva a auto-ódio”

diz Cara.

“Sim, em um modo que está você se colocando lá fora para julgamentos, mas ao mesmo tempo, nós somos pessoas reais, então isso dói. Eu recebi uma ligação da minha agencia recentemente dizendo que alguém divulgou uma historia de que eu fiz sexo com 2.000 pessoas e tinha um livro com todos eles. Eles estavam basicamente citando o nome de todas as pessoas com quem eu já tirei fotos”

Ela continua

“Sim, isso é outra coisa,”

Geogia May interrompe.

“Todo mundo que você fica do lado, é alguém com quem você teve sexo.”

“É difícil para Cara porque os paparazzi realmente abusam da privacidade dela, ela nem é permitida a ir fazer compras”

continua Georgia May.

“Eu ensinei ela a perder os paparazzi, tem alguns jeitos para você se livrar deles.”

Quando questionado sobre como elas igualam serem feministas com a sexualização de seus corpos, elas responderam firmemente que ser modelo é um dos poucos empregos onde mulheres ganham mais que homens.

“Sim, tem um monte de baixos e altos já que a imagem corporal está em causa,”

diz Geogia May.

“Mas eu não acho que a voz de uma modelo deva ser vista como oprimida. Nós estamos no controle de nossa própria imagem; nós contratamos nossos agentes e PR’s, não o contrario. E nos aprendemos rápido o que queremos expor lá pra fora e o que não queremos”.

Se há uma mensagem que elas colocam para fora, é de uma irmandade de apoio. Como amigas elas claramente não possuem nenhuma rivalidade mal intencionada.

“Sempre tem espaço para todo mundo fazer qualquer coisa”

avisa Suki. Mas isso não equivale a uma falta de ambição. Elas realmente gostariam de se definir como empresarias.

“Eu não acho que devemos ser colocadas em caixas”

Diz Cara.

“Eu odeio ser ‘Atriz barra modelo’. Eu acho que todos nós inspiramos a fazer um monte de coisas.”

Georgia May está focada em ser modelo. Sua fotografia e também projetando roupas para três marcas diferentes. Cara tem três filmes para lançar esse ano. O primeiro é Cidades de Papel, onde ela protagoniza ao lado de Nat Wolff. Estreando no dia 24 de julho, seguido por ‘Pan’ em Agosto, que é dirigido por Joe Wright, depois tem a adaptação para cinema de Deborah Moggach ‘Tulip Fever’ (Onde ela conheceu Jack O’Connell); Suki, entretanto, estava em Atlanta no ano passado filmando Insurgente, o segundo filme da trilogia de Veronica Roth e acabou de deixar o set de ‘Pride and Prejudice and Zombies’ com o corpo tenso de tanto realizar acrobacias.
Fiscalmente, o trabalho duro esta valendo à pena, Cara e Georgia May acabaram de comprar sua primeira casa; e Suki diz que acabou de encontrar um corretor de hipotecas. E é para casa de Geogia May que elas estão indo agora.

“Nós vamos fazer uma mascara facial, assistir filmes e conversar!”

Diz Georgia May.

Eu perdi a atenção delas e elas estão usando os seus celulares, debatendo se devem ir à festa do Kimmy Choo primeiro, como elas podem conseguir com que Cara faça uma audição, Georgia May gentilmente dando ordens. Tem um coletivo de cabelos loiros escuros e casacos e então elas se vão, uma cortina de diversão. Jovem. Ambiciosa energia rodopiando pela noite.