Cara Delevingne recebeu diversas críticas por sua atuação na adaptação cinematográfica do cineasta John Green ‘Cidades de Papel’ que estreou dia 09/07/2015 no Brasil. 


Confira:

G1 O Portal de Notícias da Globo

‘Cidades de Papel’ é boa trama teen, apesar de Cara Delevingne; G1 já viu

Modelo é ponto fraco do filme baseado em livro de John Green; veja trailer.
Longa vai além de ‘A culpa é das estrelas’ com atuação natural de Nat Wolff.

Se até o John Green falou, quem sou eu para discordar. “Cidades do Papel” (o filme) é, DE CERTA FORMA, melhor do que “Cidades de Papel” (o livro).
O segundo romance do autor americano a ser adaptado para o cinema estreia nesta quinta-feira (9) no Brasil. Para os que gostam de comparação, cabe avisar: é bem diferente de “A culpa é das estrelas”. E bem melhor também.

Uma parte do crédito fica com o protagonista Nat Wolff. Lá pelos 15 minutos de sessão, você já se sente amigo do cara.

Ou melhor, de Quentin, garoto nerd e gente fina com uma paixão platônica pela amiga de infância Margo Roth Spiegelman.

Cara, cadê minha atriz?
E aí que mora o problema. Para o jovem Q e para você, espectador mais exigente. Cara Delevingne ainda está mais para modelo do que para atriz.

Ela não tem sequer 10% do magnetismo que Margo deveria ter. A londrina de 22 anos confunde pose com desdém. Tem hora até que parece esquecer que o personagem é de Orlando, não de Londres. Ao menos, a presença dela não é tão importante para a história.

Vamos a ela: a amizade de Margo e Q esfria, até o dia em que ela chama o garoto para um plano de vingança. Juntos, eles têm uma madrugada incrível.
Na manhã seguinte, ela some. O garoto e seus amigos partem então em uma caçada à misteriosa garota. Cultura pop, road movie, mimimi de adolescente classe média, ritos de passagem, qual o sentido da vida… Tudo funciona até que bem.
Para quem não é fã dos livros do John Green…
Se você não curte os livros para “jovens adultos”, ainda assim pode achar graça em “Cidades de papel”. Muito por conta dos roteiristas, responsáveis pelos enredos de “(500) dias com ela” e “O maravilhoso agora”.
Scott Neustadter e Michael H. Weber provam ter ótima mão para comédias dramáticas românticas adolescentes no estilo “par românticos de tribos diferentes”. A sinopse “um(a) nerd se envolve com alguém mais cool e se ferra com isso” descreve as três histórias.

Para quem é fã dos livros do John Green…
A diferença entre filme e livro vai além daquelas óbvias “gordurinhas” queimadas para que o roteiro flua melhor. O romance de Radar e Angela é mais explorado. Lacey e Margo têm uma rivalidade bem mais sutil. Ah, o final também não é o mesmo. Mas falar mais já seria spoiler.

Reprodução textual: Braulio Lorentz  G1, em São Paulo

 

Estadão O Estado de S.Paulo.

Cara Delevingne: de musa fashion a atriz

A modelo britânica estreia nesta quinta-feira, 9, como protagonista do filme “Cidades de Papel”

Aos 22 anos, Cara Delevingne, famosa por seu trabalho como modelo, aposta na carreira de atriz. A britânica Cara Delevingne tem muitos planos para sua carreira e, talvez, “modelo” não seja a descrição apropriada para ela no momento. Há algum tempo, Cara vem dando pistas sobre sua real ambição: atuar. Com a estreia de “Cidades de Papel”, filme baseado no romance homônimo de John Green, que chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 9, pode-se dizer, enfim, que ela chegou lá. E no papel de protagonista.

Embora tenha participado de outros filmes, Cara sempre foi conhecida por sua trajetória como modelo. Ela estourou em 2011 e estrelou campanhas publicitárias e desfiles de grifes como Burberry, Chanel, Zara, H&M, Moschino, Dolce&Gabbana, Fendi e Stella McCartney. Mas, ao que tudo indica, a jovem de 22 anos cansou do mundo fashion. “Não tenho mais certeza de que entendo o que a moda é”, disse em entrevista à revista Vogue americana, da qual é capa neste mês. “Admito que fiquei assustada em sair. Quando você está nele, você entende. E no segundo em que sai, você pensa ‘o que diabos acabou de acontecer?'”

CARA DELEVINGNE: DE MUSA FASHION A ATRIZ

Aos 18 anos, Cara se tornou o rosto da campanha da Burberry.

O carisma e a personalidade marcantes (além da beleza, claro) pesam a seu favor na transição de carreira. “A Cara tem essa qualidade de rock star, mas ao mesmo tempo tem algo de frágil, e é isso que cria os melhores atores. Eles são complicados”, descreve seu colega de cena em “Cidadãos de Papel”, Nat Wolff, à Vogue.

Dentro ou fora das passarelas ou dos sets de filmagem, ela é do mesmo jeito, espevitada, divertida e sem vergonha de parecer ridícula. Faz parte de uma geração acostumada a divulgar e compartilhar tudo nas redes sociais. Seu perfil no Instagram, por exemplo, tem mais de 13 milhões de usuários e é constantemente atualizado com fotos suas exibindo de caras e bocas ou de noitadas ao lado dos amigos – entre eles as cantoras Rita Ora e Taylor Swift, e as modelos Karlie Kloss e Kendall Jenner.


Nascida e criada em Londres, Cara integra a alta sociedade inglesa. Seu avô materno foi diretor da revista “Queen” e sua avó, dama de companhia da rainha. No entanto, sus infância acabou marcada por um fato nada glamoroso, o vício da mãe, Pandora, em heroína. Quando concluiu o sexto ano na escola, os pais a mandadam para um colégio interno. No início, imergiu em aulas de teatro e música, mas, aos 15 anos, entrou em depressão. Desistiu do colégio, prometeu à família que encontraria um emprego e, aos 18 anos, tornou-se o rosto da campanha da Burberry.

Agora, com participações em outros quatro filmes que estreiam este ano e um papel de destaque em “O Esquadrão Suicida”, longa  baseado nos personagens dos quadrinhos da DC Comics, cujo lançamento está previsto para 2016, já é certo dizer que Cara  Delevingne trocou as passarelas pelas telas de cinema. E vem se dando bem.

Reprodução textual: Marilia Marasciulo – O Estado de S. Paulo.

 

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